sábado, 20 de dezembro de 2014

Atividade 3- Segurança na Internet (Vanessa Aljustrel)

Reflexão Individual Escrita

A segurança na internet é dos temas que percorre a atual sociedade. A utilização das tecnologias têm modificado completamente a forma como as pessoas vivem, como por exemplo, no trabalho e nos tempos livres. Mas para isso é importante saber que a Internet para além das inúmeras vantagens que nos proporciona também tem desvantagens. Para podermos usufruir de todas as vantagens é essencial que a utilização da internet seja feita com segurança para evitar possíveis riscos.
Atualmente quase todas as pessoas utilizam a internet como meio de comunicação para estabelecer contacto com outras pessoas que estão no estrangeiro, para acederam a páginas pessoais, a jogos online e para a procura de informação através de motores de busca como o Google. Esta ferramenta de pesquisa pode trazer alguns riscos a nível do conteúdo. Por vezes este não é verdadeiro e não existe um cruzamento dos dados que são pesquisados com outras fontes de pesquisa “ (…) hoje motor de busca hegemónico e quase universal” (Cardoso, 2014). Não é apenas o conteúdo que pode estar incorreto como também as pesquisas que podem levar a páginas inseguras como pornografia, atos de violência e até mesmo vírus.
Outro ponto importante que devemos ter em conta é o tempo que os jovens permanecem à frente do computador, na medida que provoca um afastamento do resto do mundo. Devemos também ter em conta que deve ser explicado o lado negativo da internet e aconselhar a evitar os perigos. Sem dúvida que é melhor orientar os mais novos do que os proibir, pois devem saber que a publicação na internet dos dados pessoais pode conduzir a um roubo de identidade “ (…) internet que passou a acolher a intimidade pessoal como fosse de todos” (Belanciano,2014) que pode levar a publicações pessoais.
 As crianças e jovens devem usufruir desta tecnologia mas com um adulto por perto para que possa ver o que a estas estão a fazer, dar algumas orientações e tendo, por exemplo, em atenção os downloads que as mesmas possam fazer que por vezes podem não ser os mais apropriados e devem ser atualizados de forma constante.

Em suma existem vantagens e desvantagens, é necessário estarmos sempre atentos ao que a internet nos faculta pois pode ser positivo ou negativo.  Devemos ter em conta que nos dias de hoje é bastante fácil o acesso ao teor que publicamos “não é a primeira vez que piratas informáticos violam contas da internet” (Belanciano,2014), devemos sempre ter palavras-chave que combinem números e letras de forma que não sejam comuns e difíceis de outras pessoas descobrirem.

Referencias Bibliográficas:
Belanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Público.

            Cardoso, R. (2014). e o Google diz é porque é verdade. Mas será mesmo?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Jogos Educativos - Jclic

Para aceder aos nossos jogos clique aqui

Foi-nos solicitada a realização de um conjunto de jogos educativos que tivessem o mesmo tema e fossem passíveis de realizar em contexto de sala de aula. 
De modo a adequar os jogos a uma faixa etária específica, consideramos que o público-alvo são as crianças do pré-escolar. Optamos por escolher o tema das profissões, com o objetivo de dar a conhecer às crianças algumas das profissões que existem. Desta forma, construímos seis jogos:

- Associação Simples: este jogo consiste em duas grelhas, cada uma com seis imagens reais. Numa das tabelas encontram-se algumas profissões (cozinheiro, pintor, jardineiro, mecânico, fotógrafo e pedreiro) e na outra tabela encontram-se alguns objetos característicos das respetivas profissões (utensílios de cozinha, latas de tinta, regador, pneu, máquina fotográfica e tijolos).
Com este jogo pretendemos que as crianças associem a profissão ao respetivo objeto que a caracteriza.

- Constrói o Puzzle: este jogo apresenta uma imagem não-real repleta de profissões e é constituído por várias peças que ao encaixarem formam o puzzle. Espera-se que as crianças consigam unir as peças formando o puzzle.

- Descobre as Sombras: este jogo consiste em duas grelhas, uma delas com sombras de algumas profissões (bailarina, palhaço, pescador, pedreiro, mergulhador e futebolista) e a outra com o calçado dessas mesmas profissões (sapatilhas de ballet, sapatos de palhaço, galochas, botas de biqueira de aço, barbatanas e chuteiras). Pretende-se que as crianças consigam descobrir a que profissão corresponde cada uma das sombras e posteriormente associar ao respetivo calçado.

- Identifica os Médicos: este jogo é composto por uma grelha com dez imagens reais (oftalmologista, ortopedista, dentista, otorrinolaringologista, pediatra, pedreiro, cardiologista, cabeleireiro, florista e mecânico). O objetivo deste jogo é selecionar todas as imagens que representam uma especialidade médica.

- Jogo da Memória: este jogo é constituído por uma grelha com seis imagens reais (bombeiro, professora, médica, polícia, cabeleireira e florista). Pretendemos que a criança encontre os pares.

- Quantidades: este jogo consiste em duas grelhas, cada uma com seis caixas. Numa das grelhas encontram-se algumas profissões (bombeiro, futebolista, bailarina, médico, nadador e palhaço) e na outra encontram-se alguns algarismos (2, 11, 8, 5, 1 e 3). Espera-se que a criança associe a quantidade de elementos de cada profissão ao respetivo algarismo.

Trabalho em Wordle


Procura as Profissões

Tendo por base a ferramenta Wordle e partindo do tema "As Profissões", criamos uma nuvem de palavras, onde optamos por destacar a profissão de bombeiro e a de professora.




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Atividade 3 - Segurança na Internet (Sara Freitas)

Atividade 3 – Segurança na Internet

Hoje vivemos num mundo diferente, um mundo em que as crianças já não brincam com o famoso pião. Atualmente há várias formas de jogar (consolas, telemóveis, etc.), novas formas de comunicar, novas formas de aprender, novas formas de viajar e novas formas de se expressar. Todos estes progressos são produtos de uma evolução das poderosas ferramentas de tecnologia de informação e comunicação - “Uma das alavancas desta mudança foi o Google, hoje motor de busca hegemónico e quase universal” (Cardoso, 2014).
De facto, no “mundo digitalizado” (Belanciano, 2014) de hoje, torna-se uma ilusão não colocar nada na Internet, uma vez que “armazenamos a nossa vida em computadores” (Belanciano, 2014).
A segurança é uma questão chave na Internet e este é um assunto que preocupa imensas pessoas e com toda a legitimidade, porque se estamos todos interligados, o que ameaça um, ameaça todos. Para beneficiar de todas as vantagens é fundamental que se utilize a Internet com segurança, acautelando os riscos. No entanto é importante referir que o maior risco que poderemos correr em relação às tecnologias é não as utilizar.
Estamos rodeados de perigos no dia-a-dia (utilizamos objetos cortantes, andamos de carro, atravessamos ruas, andamos de bicicleta, etc.), todavia se estivermos alertas para os mesmos e se conhecermos as regras e os princípios de utilização, menor será a probabilidade de correr mal.
Ao utilizarmos a Internet, devemos ter consciência dos seus perigos e utilizá-la em segurança, só assim poderemos evitar os conteúdos indesejados (páginas de pornografia, violência, droga, entre muitas outras realidades), a violação dos dados pessoais (por exemplo, o roubo da identidade) e as burlas (invasão de privacidade, phishing etc.). É importante salientar que a gestão do tempo (durante a navegação na Internet) é um ponto fulcral, que muitas vezes cai no esquecimento dos seus utilizadores, originando dependências e a utilização sem qualquer objetivo definido.
Relativamente aos conteúdos que publicamos devemos sempre pensar antes de os divulgar, lembrando-nos que qualquer um pode ver (amigos, família, entidade empregadora, etc.). Conscientemente devemos ter a noção que existe liberdade “q.b”, ou seja todos nós somos livres de nos expormos, cabe a cada qual acarretar com as consequências, no entanto a nossa liberdade termina quando interfere com a liberdade dos outros.
Se entre nós, utilizadores frequentes da Internet existem vários perigos, estes aumentam quando nos referimos à sua utilização por parte das crianças. À semelhança de um qualquer perigo do dia-a-dia, as crianças devem estar alertas para as formas de os evitar. Estas, devem navegar supervisionadas por adultos e devem utilizar tecnologias que contenham instalados programas específicos.

“Ao tomar certas precauções, a sua navegação será mais protegida e, como tal, poderá desfrutar com maior segurança das inúmeras vantagens que a Internet e as mais recentes tecnologias lhe oferecem” - (Internet Segura, 2014).


Referências Bibliográficas:

Belanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Público.

Cardoso, R. (2014). Se o Google diz é porque é verdade. Mas será mesmo? Courrier Internacional.


Internet Segura. (2014). Riscos e Prevenção. Obtido de Internet Segura.pt: http://www.internetsegura.pt/riscos-e-prevencao#.VG6DJ_msWb8


Sara Freitas | 120142043 3º Ano LEB B

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Atividade 2 - Sara Freitas e Vanessa Aljustrel

Atividade com a televisão

Tendo por base o trabalho solicitado pelo professor, optamos por escolher uma emissão de televisão destinada ao pré-escolar. A série selecionada foi a “Ilha das Cores” (título original), cujo público-alvo são as crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 5 anos, aproximadamente. Este programa é do género infantil e juvenil.
Esta série é uma das produções da RTP (Rádio e Televisão de Portugal), cuja realização é de Paulo Resende, produção de Maria João Saint-Maurice, autoria de Teresa Paixão e a música é de Renato Júnior e Ramon Galarza. A série surgiu no ano de 2007, tendo tido apenas uma temporada de 80 episódios, cujas emissões tinham uma duração de 20 minutos.
“É um projeto colorido, muito musical, que recorre às técnicas mais atuais de fazer televisão, onde se misturam pessoas com bonecos manipulados e animação tradicional com 3D. Tem a marca da RTP e o contributo de muitos profissionais independentes! Nesta Ilha aprende-se tudo o que é possível ensinar às crianças na televisão.” (RTP, 2007)
A “Ilha das Cores” surgiu com a celebração dos 50 anos da RTP, que viu aqui uma excelente oportunidade para retomar as produções infantis, que assinalaram durante vários anos a “qualidade da estação pública de televisão” (RTP, 2007). Esta é uma série pensada não só para o público português “mas também para os meninos africanos de expressão portuguesa” (RTP, 2007).
Consideramos que esta é uma emissão adequada ao público-alvo referido anteriormente, tendo em conta que mostra imagens reais, desenhos animados e bonecos manipulados. Desta forma as aprendizagens aqui (na série) explícitas são adequadas aos estádios de desenvolvimento das crianças bem como às suas capacidades em idade pré-escolar. Verifica-se uma aposta com recurso a muitas cores, música e afetos. Tudo está planeado de forma a permitir que as crianças entrem num mundo mágico, repleto de surpresas. O ambiente da série é uma vila, que representa um lugar acolhedor, familiar e simpático.
No que diz respeito às aprendizagens cognitivas, as crianças aprendem a recitar letras que provavelmente lhes são desconhecidas, como por exemplo “k, y, w” (letras que aparecem já nos contextos das TIC) e “fazem parte do alfabeto português dos PALOP” (RTP, 2007). Para além destas aprendizagens, destacam-se também a aprendizagem da contagem dos números até 20 ou da representação escrita de palavras como “mãe”, “pai” ou “sol”.
Assim sendo, e após a visualização de um excerto da emissão, pensamos em realizar uma atividade escrita com as crianças, propondo-lhes que tentassem escrever o seu nome e o nome de um colega à escolha. Para o sucesso desta atividade, iríamos previamente ensinar-lhes como soa cada consoante com cada vogal (por exemplo: “p” com “a”: pa,…etc.). Através de exercícios lúdicos, as crianças aprendem a dominar a sua mão, treinando-a para a agilidade necessária que corresponderá em princípio, a uma escrita correta.
Partindo igualmente de um excerto da emissão, ponderamos realizar uma atividade oral, como por exemplo: aprender o abecedário a partir das canções. Após a audição da canção do abecedário, proporemos às crianças que a repitam e que pensem em palavras começadas por algumas das letras do abecedário (por exemplo: “d”: dado; “m”: mola; …etc.), partilhando assim com os restantes colegas.

É certo que as crianças assimilarão muito mais rapidamente as aprendizagens apresentadas se estas forem ricas em recursos tecnológicos, por exemplo através de jogos, filmes ou até em adivinhas ou canções.

Referências Bibliográficas:

RTP. (2007). Ilha das Cores. Obtido de RTP.

sábado, 18 de outubro de 2014

Atividade 1 - Vanessa Aljustrel

Reflexão Individual Escrita

A evolução da tecnologia é um tema comum e bastante notável atualmente na nossa sociedade. Nos dias de hoje, as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) são cada vez mais utilizadas e estão a modificar as sociedades atuais devido à sua globalização.
As TIC são ”procedimentos, métodos e equipamentos para processar informação e comunicação” (Ramos,2008). São utilizadas em diversos contextos como comunicar através de sistemas da internet, os quais permitem uma comunicação entre as pessoas bem como a troca de informações ”que podem assumir a forma de texto, imagem estática, vídeo ou som” (Ramos,2008).
“Como pensar a relação entre a Educação e as Novas Tecnologias? Tal como em muitas discussões gerais sobre o papel da tecnologia, também na educação se encontram discursos, ou práticas, que as tratam seja como fonte de todos os males, seja como panaceia universal” (Paz,2008).Relacionando as TIC com a educação podemos deduzir que estas são uma mais valia para progredir no ensino-aprendizagem do português pois possibilitam a descoberta pessoal e a experiência concreta.
Com as novas tecnologias a escola e o professor deixaram de ser o único meio de transmissão de conhecimentos. Agora o saber está para além da tradicional sala de aula pois cada vez existem mais recursos como por exemplo a plataforma online que permite ao aluno a colaboração e interação à distância sobre diversas atividades à qual o professor pode ter acesso. “… As novas tecnologias oferecem, como instrumentos de educação de crianças e adolescentes, uma oportunidade sem precedentes de responder com toda a qualidade necessária a uma procura cada vez mais intensa e diversificada. As possibilidades e vantagens que apresentam no campo pedagógico são consideráveis.”( Jacques Delors,1996:164).
Para que estes recursos sejam utilizados de forma positiva é necessário que ocorra um certo conhecimento por parte dos utilizadores. ”A democratização das TIC passa essencialmente pela aquisição de competências que permitam a utilização eficaz daquelas e que incorporem o processo de aquisição de conhecimentos como um percurso que vai além das salas de aula e cuja duração é a de uma vida.” (Fidalgo.2009).
Nem tudo é positivo no uso das TIC, para os professores mais antigos esta tarefa complica-se uma vez que para eles os métodos mais antiquados são fundamentais e tentam resistir à utilização das novas tecnologias. Há ainda outro aspeto importante a referir, como é o caso de existirem competências que as tecnologias não substituem, assim sendo terão que ser trabalhadas sem recorrer às TIC. “Há "velhas" competências que fazem muita falta e que a facilidade de acesso à informação (Internet) não substitui, como a capacidade de interpretar, e refletir sobre, a informação” (Paz,2008).
               
                As TIC podem ser utilizadas em sala de aula como ensino-aprendizagem do português. Quando são utilizados computadores é essencial abordar diversos conteúdos sobre o mesmo. Para isso é favorável determinar objetivos curriculares que se propõe a atingir. É fundamental dar a conhecer ao aluno algumas noções básicas de determinadas funcionalidades do computador como por exemplo ensinar-lhes a trabalharem com o word, o excel e o powerpoint, e previamente saberem ligar e desligar o computador, conhecer as características do teclado e estarem alertas para os “perigos” que as TIC, de forma geral, podem acarretar. É também importante que saibam utilizar programas de desenho (por exemplo o paint) para que possam desenhar livremente.

                Em suma posso afirmar que as novas tecnologias tornaram-se uma atração que proporciona ao aluno construir e interpretar textos, criando um grande espaço de autonomia e criatividade. No entanto existem vantagens e desvantagens para a utilização das TIC em sala de aula. A cooperação e simultânea partilha de conhecimentos em plataformas desperta ao aluno um maior interesse sobre as temáticas abordadas. Por outro lado o uso de computadores portáteis e telemóveis de forma não apropriada para a aula acaba por perturbar a mesma, provocando distrações nos alunos.


Outro dos aspetos negativos é os professores que ao não estarem muito ambientados a estas novas tecnologias, refletem por vezes, algumas dificuldades na gestão da aula e na transmissão dos conteúdos. É sempre importante estar recetivo às mais recentes inovações, tendo em conta que cada vez mais fazer parte do nosso dia-a-dia, quer na escola quer no trabalho. “Para além dos inevitáveis efeitos demagógicos e retóricos, há que reconhecer o dinamismo na utilização das T.I.C. que percorre os vários níveis de ensino.” (Paz, 2008).

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Reflexão sobre o Jogo Educativo

O jogo educativo que selecionamos aborda os nomes comuns e tem como público alvo o 3.º ano do 1.º ciclo do ensino básico. Pretende-se com este jogo que as crianças encontrem as palavras solicitadas na sopa de letras, as associem às imagens e assimilem o significado dos nomes comuns que surgem ao longo do jogo.

Reflexão sobre o Jogo Educativo

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Atividade 1 - Sara Freitas

Reflexão Individual Escrita

No mundo globalizado em que vivemos, e principalmente desde a evolução tecnológica registada na década de 90, as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) fazem cada vez mais parte do nosso dia-a-dia. Estes avanços estão a produzir diversas mudanças nas sociedades atuais, uma vez que estas se caracterizam pela “globalização da informação, da comunicação, da cultura e pelos movimentos migratórios” (Botelho, 2005).
As TIC são um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. (Pacievitch). São utilizadas em vários ramos como o comércio, a indústria, a saúde, a cultura, a política e a educação. Através da internet criaram-se sistemas de informação e comunicação (e-mail, chat, redes sociais, SMS, web cam, …) que formam uma verdadeira rede e revolucionam as relações humanas, uma vez que supõem um trabalho colaborativo, uma interação constante, a partilha de conhecimentos e o desenvolvimento de novas competências.
“Com efeito, as TIC são potencialmente ferramentas poderosas e flexíveis e
podem contribuir para transformar o ensino e a aprendizagem, mas tal como aconteceu
com tecnologias mais antigas, a instalação de equipamentos, por si só, não provoca nem lidera essa mudança” (Lou, Abrami & d’Apollonia, 2001). Se as TIC forem integradas no currículo e utilizadas em simultâneo com estratégias pedagógicas poderão enriquecer o processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a perspetiva construtivista da aprendizagem.
No ensino-aprendizagem do português podem-se utilizar vários recursos, tendo por base as TIC. Assim sendo, os computadores, os projetores, os quadros interativos, alguns programas e jogos educativos, o uso de plataformas online, a televisão, a internet, entre outros, podem contribuir para a didática do português. Mas, como tudo, com conta, peso e medida. Podem e devem ser utilizadas uma vez que promovem a interação, a autonomia, a construção de novos conhecimentos e porque são um complemento à formação. “Com a eclosão dos novos media (…) prefigura-se um cenário explosivo de oportunidades de autoeducação e de educação à distância, não só na idade escolar mas ao longo de toda a vida” (Figueiredo, 2000).
A aprendizagem de uma língua funciona como meio de acesso ao outro e enquanto “instrumento de interação pessoal e intercultural” (Botelho, 2005).
As TIC devem ser utilizadas sempre que se preveja que dali se possa tirar proveito para um determinado momento de aprendizagem e que assim possa ser benéfico para o aluno. Por outro lado, “promovem uma dinamização sem precedentes das aulas” (Fidalgo, 2005). O processo de aquisição de conhecimentos que as TIC integram é um percurso que vai além das salas de aula e perdura por toda a vida.
Com as TIC, podem ser abordados alguns conteúdos, tendo em conta objetivos como: utilizar funções básicas de programas como o word ou paint, configurar e personalizar o ambiente de trabalho, conhecer elementos básicos de um sistema informático e de um sistema operativo e cooperar em grupo na realização de tarefas. Assim sendo, os conteúdos a trabalhar poderão ser: “cuidados a ter no uso da sala de informática, exploração e trabalho no paint ou outros similares (desenhar livremente utilizando todas as ferramentas), elementos básicos de um computador, pintura de desenhos, exploração do documento de texto, exploração de diferentes softwares educativos” (Colégio Conciliar de Maria Imaculada, 2012). As tarefas propostas devem ter em conta que nem todas as pessoas possuem os “pré-requisitos básicos (…) que lhes possibilitem o acesso” (Botelho, 2005) e a descoberta do conhecimento, quer por motivos socioeconómicos quer por motivos sociodemográficos, sendo muitas vezes alvo de exclusão. Após um prévio diagnóstico podem-se propor tarefas como a construção de frases em processador de texto, a pesquisa sobre o habitat do animal favorito do aluno ou até a legendagem de figuras. Essencialmente, as tarefas propostas devem promover a descoberta de novas capacidades, desenvolvendo competências nos domínios motor, social e cognitivo, de forma a prepararem os alunos para o futuro.
Concluo portanto que há aspetos positivos e negativos na utilização das TIC em sala de aula. A diversidade de textos, imagens, vídeos e áudio que as TIC abarcam, trouxeram para a sala de aula uma maior dinamização e “proporcionam uma maior variedade de estratégias de lecionação e envolvem os discentes num processo que já não se quer de aprendizagem passiva mas antes construtiva” (Fidalgo, 2005). Por outro lado o perigo da má utilização da internet, o uso de telemóveis, tablets ou outras ferramentas tecnológicas na sala de aula, perturbam o normal funcionamento das aulas e por conseguinte a desconcentração dos alunos. É também de salientar que “há competências que fazem falta e que a facilidade de acesso à informação não substitui, como a capacidade de interpretar e refletir sobre a informação” (Paz, 2008). Outro aspeto negativo é o uso excessivo que muitas vezes é feito do “copiar-colar”.
Sara Freitas - 120142043, 3º Ano LEB B 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Tarefa - O jogo educativo

De acordo com as pesquisas efetuadas sobre jogos educativos (disponíveis na Internet), consideramos útil do ponto de vista educativo, o jogo dos nomes coletivos. O público-alvo a que se destina é o 3º ano do 1º ciclo do ensino básico.

Com a escolha selecionada as aprendizagens esperadas são:
- encontrar o conceito ou palavra na sopa de letras;
- associar a palavra à imagem;
- compreender a definição;
- conhecer propriedades das palavras (identificar nomes coletivos).


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Definição de Blogue


Ao longo dos anos, o conceito de blogue tem vindo a adquirir uma definição muito lata, variando consoante os criadores/utilizadores e dependendo da finalidade para o qual é usado. Este termo blogue é “abreviatura do termo original da língua inglesa weblog” (Gomes, 2005). De forma genérica é uma página na web, que prevê uma atualização frequente da informação, através de textos e/ou imagens (constituem posts), os quais são apresentados de forma cronológica, isto é, do mais recente para o mais antigo. O blogue permite uma interação, uma vez que viabiliza a comunicação entre os criadores/utilizadores através de mensagens ou comentários em publicações. Está disponível uma enorme diversidade de temas consoante o objetivo principal podendo este ser mais geral ou específico.
Os blogues “podem ser utilizados como um espaço de acesso a informação especializada e como um espaço de disponibilização de informação por parte do professor”. Enquanto “estratégia educativa os blogues podem servir como um portfólio digital, um espaço de intercâmbio e colaboração, um espaço de debate e um espaço de integração” (Felgueiras, 2013). No que diz respeito às utilizações educativas, o blogue possibilita ao aluno uma "aprendizagem" autónoma (Zimmer, 2011), desenvolve o senso crítico dos alunos e o espírito de entreajuda.

Referências bibliográficas:


Felgueiras, H. M. (2013). Blogues na Educação., (p. 54). Lisboa. Obtido em 22 de setembro de 2014, de http://run.unl.pt/bitstream/10362/9412/1/Felgueiras_2013.pdf
Gomes, M. J. (2005). Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica., (p. 1). Leiria. Obtido em 22 de setembro de 2014, de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/4499/1/Blogs-final.pdf
Zimmer, J. M. (2011). Blog Didático: Integração na prática pedagógica., (p. 79). Lisboa. Obtido em 22 de setembro de 2014, de http://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/2212/4/Vers%C3%A3o_FINAL_01_05_2012_Josete.pdf